Grupo As Brincantes estreia “Pausa pro Café” neste domingo no Guaxupé Café Festival

Com sessões o Teatro de Arena, espetáculo celebra a cultura cafeeira da região através da palhaçaria e novas histórias dos personagens Zefa, Tiana e Dito.

Grupo As Brincantes estreia “Pausa pro Café” neste domingo no Guaxupé Café Festival
Esta é a quinta vez que o grupo marca presença no festival - Foto: Arquivo Pessoal

O tradicional Guaxupé Café Festival recebe, neste domingo (14), uma atração que já se tornou presença garantida no evento. O grupo de teatro As Brincantes apresenta a estreia do seu novo espetáculo, intitulado “Pausa pro Café”. As apresentações acontecem no Teatro de Arena do Parque da Mogiana, com duas sessões: às 17h e às 18h.

Esta é a quinta vez que o grupo marca presença no festival, consolidando uma trajetória de sucesso nas últimas quatro edições. Para este ano, o desafio foi criar um espetáculo que reunisse o melhor das apresentações anteriores com situações inéditas, sempre mantendo o café como o grande protagonista.

Quem acompanhou o grupo em 2022 e 2023 vai reencontrar os icônicos apanhadores de café: Zefa, Tiana e Dito. Desta vez, eles surgem com novos “causos” sobre a rotina nos cafezais. Além das histórias, a peça percorre desde os mitos sobre a origem da bebida até o papel do café nos dias atuais.

O grande diferencial do espetáculo é a sua agilidade. Com mudanças constantes de cenário e personagens, os atores Elisa Paschoal, Jaqueline Stampone e Marco Túlio Ribeiro demonstram versatilidade e técnica, utilizando a linguagem da palhaçaria para interagir diretamente com o público.

A peça pretende provocar reflexões sobre como a bebida mudou ao longo do tempo, quem foram seus defensores e críticos, mas tudo de forma leve e divertida. A dramaturgia, escrita por Ana Júlia Baldi, busca criar um senso de pertencimento, celebrando o principal produto da economia regional.

Valorização da cultura local

Mais do que entretenimento, “Pausa pro Café” é um convite aos moradores da “terra do café” para valorizar sua própria história. A peça é uma oportunidade para os guaxupeanos celebrarem o patrimônio cultural que brota dos campos e chega às xícaras de todo o mundo.

A produção é de Elisa Paschoal, com figurino, cenário e maquiagem de Jaqueline Stampone. A sonoplastia e a iluminação também levam a assinatura de Ana Júlia Baldi, enquanto a arte digital é de responsabilidade de Gabriel Ricciardi.

O espetáculo é aberto ao público e promete emocionar e divertir espectadores de todas as idades, reforçando o vínculo da comunidade com o tradicional cafezinho.