Café Made In Brazil diz que lote apreendido no Paraná é de 2024, questiona compostagem dois anos após apreensão e garante que o caso já foi resolvido
A administração do café Made In Brazil respondeu o contato de nossa reportagem, sobre uma matéria publicada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), e também pelo Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa), que envolveu o nome da marca baririense.
Na edição anterior, noticiamos que uma cooperação entre Mapa e a UFPR garantiu a destinação ambientalmente adequada de cerca de 1.500 pacotes de café apreendidos por fiscalização da qualidade vegetal. O material foi encaminhado para compostagem em atividade realizada no Campus Botânico da UFPR, após inspeção constatar “impurezas e matérias estranhas acima dos limites permitidos pela legislação”.
Em pronunciamento, a Café Made In Brazil afirma que o lote apreendido pertence a uma fiscalização do Mapa realizada em 2024, que havia sido desclassificada na época. Confira o pronunciamento completo da empresa:
“Lamentamos profundamente a publicação do texto pela Universidade Federal do Paraná a respeito de um assunto requentado de 2024, quando houve a fiscalização do MAPA e a constatação de um lote do Café Made In Brazil com problemas ocasionados por uma falha de processo em nosso maquinário.
Na época, fizemos o recolhimento do lote em todas as instituições que receberam o lote deste café. No caso específico da matéria em questão, a UFPR não solicitou o recolhimento.
Vale ressaltar que aquele problema de 2024 foi resolvido, tanto que recebemos outras fiscalizações e não tivemos mais nenhuma notificação a respeito do assunto.
A publicidade novamente em cima de um assunto de 2024 causa espanto, visto que trabalhamos diariamente para melhorar nossos processos e colocar na mesa um café de qualidade. São mais de 40 anos de história pautada nesse ideal, o qual jamais vamos abrir mão.”















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