Alunos pedem socorro diante da superlotação nas salas da Escola Estadual Profª Idalina Vianna Ferro

Alunos pedem socorro diante da superlotação nas salas da Escola Estadual Profª Idalina Vianna Ferro

 

“Não podemos mais aceitar esse cenário. A Escola Idalina Vianna Ferro precisa de mudanças agora, e os alunos merecem receber ensino de qualidade para garantir seu pleno desenvolvimento e o exercício da cidadania. Os alunos pedem socorro; precisamos de soluções urgentes! A educação não pode ser tratada como um problema secundário. Estamos falando de vidas, sonhos e baririenses que dependem da formação pública de qualidade.” Professora da Escola Idalina.

 

A situação na Escola Idalina Vianna Ferro, nas turmas da manhã do 1º ano do Ensino Médio, tornou-se insustentável. As salas de aula estão superlotadas, comprometendo gravemente o ensino e o desenvolvimento dos alunos. Estes estudantes enfrentam um cenário caótico, no qual é impossível receber atenção individualizada, prejudicando não apenas o aprendizado, mas também o bem-estar de todos, alunos e professores.

Com um número excessivo de alunos por sala, o ambiente se torna barulhento, disperso e difícil de administrar. Diante desse contexto, representantes dos alunos solicitaram uma reunião extraordinária ao Conselho Escolar para manifestar a insatisfação e requerer uma assembleia, por meio de abaixo-assinado, com a Diretoria de Ensino de Jaú.

 

“Nossa intenção é compreender os motivos dessa superlotação na Escola Idalina e buscar, juntos, soluções”, diz um aluno representante.

Segundo apurado por nossa reportagem, a reunião com a Diretoria de Ensino deve ser realizada nesta quinta-feira (20).

 

“Não se trata apenas de números, mas de qualidade de ensino. Como oferecer uma educação digna em um ambiente onde a superlotação impede até mesmo o básico? Como garantir que cada aluno receba a orientação necessária quando não há tempo nem espaço físico para isso? Estamos falando do futuro desses jovens, que, desde cedo, já enfrentam um sistema educacional que, ao invés de prepará-los para os desafios acadêmicos e profissionais, os coloca diante de obstáculos desnecessários”, concluiu uma educadora.